segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

NÃO HÁ CRISE


Hospitais universitários ameaçando fechar as portas. Residências médicas sem remuneração.
Contratos de limpeza hospitalar interrompidos.
Setores inteiros de hospitais fechando.
Epidemias afetando quem sequer nasceu.
Mas não há crise, amigos, não há crise.
E caso haja,
Não há responsável, amigos, não há responsável.
Se tiver dinheiro na proporção inversa de seu problema de saúde, prepare-se para morrer.
Mórbido?
Sim.
Real?
Idem.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Morro da Conceição, enfim. Na volta, pipas

Correr a etapa Porto Maravilha do Circuito Rio Antigo no domingo passado foi um prenúncio. Conheci a nova-velha Praça Mauá e novamente, de relance, vi o Morro da Conceição logo ali, um dos lugares aonde nasceu o Rio de Janeiro. Outra dívida pessoal a ser paga um dia, pois nunca tinha ido - até então. Bota na conta do Mujica.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

sábado, 10 de outubro de 2015

Como antigamente

Voltei. Desde meus tempos de faculdade não participava de uma corrida de rua, até domingo passado. Redescobri várias coisas, transgredi com gosto, me senti no autódromo de Interlagos. E ainda teve Emilinha Borba.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Que mané queda da Bastilha!

Hoje era dia de vó. Eu fico muito, mas muito feliz de num dia como esse (e em tantos outros, como em sonhos à noite) só ter boas lembranças dela. De temperamento difícil e com diversas limitações para viver uma vida plena que estava ao seu alcance, Sillas era a vó que tinha nome de vô. Tivemos muitos embates, e por vezes queria tanto aproveitar melhor a sua companhia, mas ela não deixava, Freud explica.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Exercício de empatia


Você está em casa, numa boa. Assistindo seu jogo de futebol ou sua novela, como você faz frequentemente, já pensando que amanhã tem que acordar, tomar café, ir trabalhar. Então surge um plantão extraordinário de notícias dizendo que seu país entrou em guerra contra algum vizinho.

terça-feira, 9 de junho de 2015

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Água corrente


Já faz algum tempo que nado bem. Aproveitei marés calmas no Arpoador, em Cabo Frio ou em piscinas para comprovar que sabia nadar. Nas aulas de natação aprimorei a técnica, que nunca mais saiu de mim. Parei as aulas, porém continuo seguro para nadar.

sábado, 23 de maio de 2015

Bastidores de um lançamento


 "Você tá nervoso, né?", disse minha esposa no domingo à noite, véspera do lançamento de "Mujica: o presidente mais rico do mundo", meu livro de estreia. Tava, um pouco. Mas não no dia seguinte, que correu rápido. Logo já era hora de me arrumar e pegar o metrô rumo a Botafogo. Pela primeira vez na vida entrei numa livraria não como curioso, leitor ou estudante - mas como autor.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Facada é a nova onda

O Rio de Janeiro está de novo às voltas com uma "onda de violência". Dessa vez, os crimes a facadas, cometidos por gangues que na maioria dos casos visam assaltar a vítima. Como carioca, infelizmente já vivi outros momentos em que a cidade parecia tomada pelos bandidos. O que também me dá o direito de ser desconfiado. Estamos mesmo vivendo um descalabro na segurança ou sentindo os efeitos colaterais da repercussão midiática dos crimes?

sexta-feira, 15 de maio de 2015

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Quando eu vejo a cidade batendo panelas

No contexto da liberdade de expressão, acho que todos são livres para se indignar contra o que quiserem e protestar como quiserem. E penso que devemos acompanhar a política e nossos representantes em tudo. A charge abaixo expõe algo que lamento: há muitas coisas acontecendo, que vão nos impactar (ou já estão nos impactando) demais, com os responsáveis claramente identificados e que sequer são incomodados. Por quê? 

Não se trata de defender o PT (até porque a arrogância do partido sequer permite uma autocrítica, então cada um colhe o que planta), mas de incentivar que ampliemos nossa fiscalização do poder e de nossos direitos. (Em tempo: também não concordo com o tom do último quadrinho, compartilho a charge só para ilustrar a presente argumentação.)

quinta-feira, 30 de abril de 2015

O meio é a mensagem



Vejam essa foto. Olhem o tamanho desse blindado da PM. É maior que um tanque de guerra. Por que usar isso contra pessoas desarmadas? A desproporção já é uma mensagem. Que polícia vai com um aparato desses pras ruas e não teria a intenção de guerrear? Apenas 17 policiais conseguiram driblar a cultura da violência acima de tudo - encarnaram a objeção de consciência, cortando na própria carne (ao contrário de muitos políticos que usam a expressão de forma retórica e hipócrita).

Se aceitamos que a polícia seja preparada para esfolar primeiro e evitar o confronto nunca, é uma questão de tempo para que a roda-viva dessa carnificina se volte contra nós. Já foram estudantes, usuários de transporte público, garis, professores. Qual a sua profissão? Se nada mudar, você acha que estará imune?

Atualização em 04/05/2015:  Infelizmente os 17 policiais nunca existiram.

terça-feira, 28 de abril de 2015

O que é a felicidade?


 

 A pergunta, que tem atravessado gerações e orientado caminhos, pode ter várias respostas. Depende. Posso dizer que ontem experimentei a felicidade. O status de estar feliz por realizar um sonho, de ser feliz por atender a uma vocação, viver feliz entre amigos que estavam muito felizes por mim - sem nem precisar dizer.

Escreva um livro, plante uma árvore, tenha um filho. Fora as piadas e as cobranças familiares de sempre (rsrsrs) são 3 coisas com um processo em comum: semeie, cultive, aguarde o tempo maturar pra depois colher e se refestelar. Ontem o pomar era a Livraria da Travessa.

Mais uma vez, obrigado aos que puderam estar lá, aos que curtiram e compartilharam no Facebook, aos que escreveram mesmo sem poder estar, aos que enviaram todo tipo de carinho por esse momento tão especial . Espero que as 224 páginas possam retribuir tudo isso e muito mais.

 A vida nada vale se não podemos compartilhar. E tenho certeza que ser feliz tem a ver com isso.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Paris

Este post chega com mais de um ano de atraso. Ou não, talvez só agora esteja claro o que conhecer Paris significou para mim. Foram apenas seis dias na capital francesa, mas que valeram por um portal para outra dimensão. Minha identificação e simbiose foram quase automáticas, e o efeito é maior por ter sido totalmente inesperado. Como pode uma cidade te "dar uma rasteira" dessa forma?

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015